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Semaglutida — Guia completo

Por Redação · publicado 2026-05-09 · última revisão 2026-06-30 · Info

Esta é uma visão de trabalho sobre Semaglutida, para quem quer mais que um parágrafo e menos que um manual.

Revisado em 2026-06-30. O que continua em debate é marcado como tal.

Notas práticas

O DNA mitocondrial de Ibsen foi testado e descobriu-se que ele pertencia ao haplogrupo J, que por dedução deve ter sido também o haplogrupo mitocondrial do rei. O DNA mitocondrial obtido de Ibsen mostrou que os ossos de Mechelen não eram de Margarida de Iorque. Joy Ibsen morreu em 2008. Seu filho Michael deu uma amostra bucal à equipe de pesquisa em 24 de agosto de 2012 para que pudessem compará-los com amostras tiradas dos restos humanos encontrados na escavação. Análises encontraram uma combinação de DNA mitocondrial entre o esqueleto exumado, Michael Ibsen e Wendy Duldig, uma segunda descendente matrilinear direta que possui uma sequência mitocondrial relativamente rara, o haplogrupo J1c2c. Apesar da combinação do DNA mitocondrial, a geneticista Turi King continuou a procurar uma ligação entre o haplogrupo do cromossomo Y, herdado patrilinearmente, e os descendentes de João de Gante, 1.º Duque de Lencastre. Foram localizados quatro descendentes vivos de João e seus resultados combinavam entre si. O haplogrupo Y do esqueleto estava um pouco degradado e não teve combinação com nenhum dos descendentes, indicando que falsa paternidade ocorreu em alguma das dezenove gerações entre Ricardo e Henry Somerset, 5.º Duque de Beaufort. O trabalho de King e outros mostra que as taxas históricas de paternidades falsas então entre 1–2% por geração.

Fontes: pt.wikipedia.org

Comparação com alternativas

Exames osteológicos mostraram que os ossos estavam de forma geral em boas condições e em sua maior parte completos, exceto pelos pés que foram perdidos, possivelmente destruídos por uma construção do século XIX. Imediatamente ficou aparente que o corpo havia sofrido grandes ferimentos, com mais evidências de lesões aparecendo assim que o esqueleto foi limpo. O crânio mostrava sinais de dois ferimentos fatais: sua base havia sido completamente cortada por uma arma laminada, expondo o cérebro, e outra arma havia transpassado o lado direito da cabeça, atravessando o cérebro e atingindo o lado esquerdo interior do crânio. Em outros lugares, um golpe de uma arma pontuda penetrou a parte superior da cabeça. Armas laminadas haviam cortado o crânio e arrancado camadas de ossos, porém sem penetrá-lo. Outros buracos no crânio e na mandíbula inferior eram consistentes com ferimentos de adaga nas bochechas e no queixo. Os vários ferimentos na cabeça do rei indicam que ele não estava usando capacete, ou que ele o havia perdido ou retirado quando foi lutar a pé depois de seu cavalo ter ficado preso no brejo. Uma das costelas e a pélvis foram cortadas. Não há evidências do braço atrofiado que afligia o personagem na peça Ricardo III, de William Shakespeare. Todos os ferimentos parecem ser uma combinação de lesões de batalha, que foram a causa da morte, seguidas por ferimentos infligidos ao corpo como humilhações póstumas.

Fontes: pt.wikipedia.org

Questões em aberto

As lesões do esqueleto também mostram que sua armadura havia sido retirada, já que o torso perfurado teria sido protegido por uma placa e a pélvis estaria protegida pela armadura. Os ferimentos foram feitos por detrás das costas e nádegas enquanto expostos aos elementos, consistente com descrições contemporâneas do corpo nu de Ricardo sendo amarrado em um cavalo com os braços e pernas pendendo para baixo pelos lados. É possível que tenham ocorrido outros ferimentos na carne e assim não estão aparentes nos ossos. Os ferimentos na cabeça eram consistentes com um poema de Guto'r Glyn em que o cavaleiro galês Rhys ap Thomas matou Ricardo e "raspou a cabeça do javali". Sempre se acreditou que essa era uma descrição figurativa da decapitação do rei, porém a cabeça do esqueleto claramente não foi cortada. A descrição do poeta pode na verdade ter sido um relato literal dos ferimentos sofridos por Ricardo, já que os golpes sofridos na cabeça teriam cortado boa parte do seu escalpo e cabelo e lascas de ossos. Outras fontes contemporâneas explicitamente referem-se a lesões na cabeça e às armas que mataram Ricardo; o crônico francês Jean Molinet escreveu que "um dos galeses então foi até ele, e o golpeou para a morte com uma alabarda", enquanto a Ballad of Lady Bessie registrou que "eles golpearam seu bacinete [capacete] na sua cabeça até seu cérebro sair com sangue". Tais relatos se encaixam com os ferimentos do crânio. A espinha severamente curvada ficou evidente assim que o esqueleto foi escavado. Ela foi atribuída a uma escoliose que surgiu no início da adolescência.

Fontes: pt.wikipedia.org

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Contexto

Apesar dela provavelmente ter deixado o ombro direito visivelmente mais alto que o esquerdo e ter reduzido sua altura aparente, a doença não impediu um estilo de vida ativo. Os ossos pertenciam a um homem com idade aproximada entre 30 e 34 anos, consistente com Ricardo que tinha 32 quando morreu.

Fontes: pt.wikipedia.org

Perguntas frequentes

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